Uma figura solitária em um macacão branco caminha para longe do espectador em direção a uma parede imponente de tiras de LED âmbar verticais, a luz dourada quente cortando a escuridão circundante. A composição minimalista contrasta a forma humana orgânica com o trabalho rígido de linhas geométricas, enquanto o piso polido reflete essas luzes em longas reflexões líquidas. A atmosfera escassa, semelhante a uma galeria, confere ao espaço uma qualidade quase sagrada, com os LEDs funcionando como vitrais em uma catedral contemporânea.